Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

CARPE DIEM – APROVEITE O DIA

São tantos movimentos e sons, passos e pessoas, idas e voltas, oi’s e tchau’s, risos e lágrimas...
Aproveite o Dia – Sentir os movimentos e perceber as mudanças de cada instante, passos e compassos das pessoas que nos cercam num movimento ritmado que acelera e desacelera na inconstância do movimento frequente, por que o movimento não permanece numa só frequência e ritmo. As vezes para e as vezes acelera em sua máxima.
Sentir a brisa de um dia que se inicia tocar o rosto com suma suavidade, e perceber o amarelar de um dia que se despede de sua claridade. Escutar o assovio do vento que se movimenta indo e voltando.
Carpe Diem – Musicar, poetizar, animar e inanimar. Falar, pensar, escutar, ver. Sentir, fazer, tocar, ceder. Abraçar, sorrir, ajudar, silenciar, acompanhar...

CARPE DIEM – APROVEITE O DIA
Poly Lima

domingo, 29 de dezembro de 2013

As faces do "ser"

Somos que podemos ser...
Cada um traz em si a marca da sua vida.
Somos quem queremos ser...
Mesmo com sua marca, seguir, ou não, para então modificar.
Olho em minha volta... vejo aquela criança de possibilidades roubadas, vendendo balas nos ônibus, limpando para-brisas nos semáforos, ou simplesmente pedindo "uma ajuda" para ajudar sua mãe a comprar comida para os irmãos.
Esta criança é, agora, quem pode ser, pois não tem autonomia. Ela pode querer ser. 
Querer ser uma transformação e sair da margem.
Olho ao outro angulo e vejo um jovem com tantas boas possibilidades, de família bem estruturada, que recebe apoio para uma boa formação, mas ao contrário do menino que sonha, ele escolhe um caminho e atitudes erradas. Esse jovem é quem quer ser.
O "ser" está entre o "querer" e o "poder"...

Poly Lima

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Amor à vida


Quantas vezes ouvimos essa frase: "Devemos ter amor a nossa vida"?
Ou simplesmente: "Devemos ter amor à vida", não só nossa, mas de todos?
Mas como ter esse amor? De que forma?
Sempre queremos isso, e usamos muito frases desse tipo. Será que todos tem consciência desse "amor à vida"?
Eu, particularmente, digo que nem todos, por tantos fatores que ocorrem no cotidiano e que muitos dizem ser normal.
Um exemplo disso são os taxistas que estão a todo momento dirigindo e atendem aos celulares normalmente, porque são clientes ligando, mesmo quando estão com outros passageiros.
A última que eu vi, enquanto estava no ônibus a caminho da faculdade, foi uma mulher que enquanto dirigia estava lendo.
Descrição: o transito fluindo normalmente em fluxo pesado às 13h de uma quinta-feira, com os vários carros, ônibus, e motos em movimento. E em um carro estava uma mulher, sozinha, com uma mão segurando o volante e a outra mão segurando o livro. Olhava para frente muito rápido e voltava a ler.

Essa situação me deixou indignada.
E o amor à vida, onde ficou?
Ficou lá onde ficou a consciência desta pessoa.
Vamos resgatar esse amor, e junto com ele a consciência.

Até mais!!!
Poly Lima

domingo, 5 de maio de 2013

Tio (a) ou Professor (a)?


Uma questão de preferência, ou de preconceito?
No exercício da minha profissão, presenciei coisas desse tipo:
Uma criança de 7 ou 8 anos se dirige ao "professor" de inglês:
- Tio, a tarefa é pra a gente fazer agora?
- Primeiro: "Tio" não, porque não sou irmão do seu pai e nem da sua mãe.... e sim, o exercício é para fazer agora.

Com essa idade, a criança deve estar do 2º ou 3º ano fundamental, e todas as educadoras a sua volta eram chamadas de tias por todos os alunos, mesmo os de 10 anos que estariam no 5º ano.
Na minha opinião de "Pedagoga" (em formação), é apenas questão de nomenclatura.
E torna-se preconceito da parte dos meus colegas de profissão, como se sentissem que estão sendo rebaixados.
Como eu estava dizendo, é questão de nomenclatura, e não de rebaixamento da minha profissão, para cada fase, há uma forma, e tantas tentativas "hilárias" da parte dos alunos para nos tratar.
É lindo uma criança de 3, 4 ou 5 anos em fase de socialização, de adaptação ao ambiente falando "tia", tia...  é assim que sinto, é uma maneira afetuosa, carinhosa de nos tratar, de nos tornar importantes para essas crianças, e somos, já que participamos da sua formação.
Um outro momento é a transição. De tanto ouvir os "tios" se tratarem pro "professor fulano"... eles acabam querendo. E ai vem: "pofessola", "pefessola", "profe", de "prufessora" já fui chamada. Mas na hora do "apuro" o "tia" acaba voltando, é como se tivéssemos o poder de amenizar uma angústia, ou uma dor mesmo, é a confiança que a criança deposita em nós.

E depois, quando maiores, nem eles mesmos querem mais chamar assim.
E aí, sim: "professor fulano", "professora beltrana"... num sentido mais formal da situação.
Não enobrece, não engrandece, não diminui.
Curiosidade: alguém já viu um aluno pronunciar "educador fulano"?
Pois bem, é isso que somos: EDUCADORES, independente da nossa formação. Pedagogos, Matemáticos, Biólogos... somos todos educadores.
"Tio (a)", "Professor (a)" é apenas questão de nomenclatura.

Abraços!
Poly Lima

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Capacidade de imaginar


"BRINCADEIRA DE CRIANÇA, COMO É BOM, COMO É BOM!"
Lembro que quando criança parava a observar as nuvens no céu.
Quando eu olhava da primeira vez tinha uma forma, se desviasse o olhar já percebia outra forma.
Um grande navio, ou um cachorrinho, um dragão, um caminhão... as mudanças que éramos capazes de observar.
E ao olhar um azulejo pontilhado no banheiro, conseguir ver desenhos e imaginar cenas acontecendo, e passar vários minutos ali olhando.
Ir à padaria contando os passos, ou passar pelos quadrados de uma calçada sem pisar nas linhas e imaginar-se vencendo uma batalha.
Éramos capazes de tudo isso sem nos preocupar com tempo, ocupações, ou o que as pessoas achariam.
Somos capazes disso ainda?
Tudo que paramos para fazer, quando adultos, é pensar no que temos a cumprir, como podemos fazer para melhorar, dinheiro, emprego, estudo, compras...
E olhar as nuvens? O céu?
A perseguição da lua... é outra coisa que fazemos quando crianças. Achar que a lua nos persegue porque onde vamos ela está.
Hoje observo minha sobrinha (Lara Gabriela) brincando com latas de milho verde, sardinha. Para nós são apenas latas, para ela se transforma em carrinhos, bonecos, telefone e ela é capaz de criar diálogos super "sérios" e demorados, ela está naquele mundinho criado e só dela.
Mundinho que eu já tive quando brincava com pedaços de madeira , de pedra e tijolos no fundo do quintal.
E possivelmente todos nós já tivemos de alguma forma.
É bom usar a imaginação, e ser feliz no mundo... Brincar de ser criança, e mexer com a imaginação.

Abraços!
Poly Lima...

sexta-feira, 29 de março de 2013

Um texto reflexivo


A FÁBULA DA CONVIVÊNCIA

Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.
Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro.
E todos juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele forte inverno.
Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital… e afastaram-se feridos, magoados, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros. Doíam muito…
Mas, essa não foi a melhor solução. Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial. Sobreviveram…

domingo, 11 de novembro de 2012

Como crianças...

É fácil perceber a constante insatisfação do ser humano.

Já começando com uma insatisfação simples e talvez boba, quando ainda crianças...
Apesar de tudo nos satisfazer quando estamos na infância, temos uma insatisfação: SER CRIANÇA.
Temos imensa vontade de ser "grandes", adultos, donos da própria vida. Tomar as próprias decisões, ir para onde queiramos e como e com quem quisermos...

Na fase juvenil é considerada a fase "rebelde", nada nos satisfaz, nada está bom, ou não assumimos que esteja para não dar o braço a torcer.
Começamos a nos perceber, e a perceber os outros, mas ninguém é bom o suficiente para nós...

Quando nos tornamos adultos estamos em permanente busca da estabilização social (trabalho, dinheiro, namoro, casamento, coisas desse tipo), começando aos 18 anos e até... bom... 
Até sentirmos vontade de voltar aos 8 ou 10 anos quando a maior preocupação era ir a escola e brincar, nossa vida era estável, eramos "super-protegidos" pelos pais..

A diferença é que quando crianças apesar da vontade de ser adultos, sabíamos aproveitar da melhor forma, e depois de adultos as vezes por não conseguir o que queremos procuramos coisas erradas, ou não tão boas para nos satisfazer, ou para esquecer que não conseguirá voltar a infância.

E fica a lição: ainda que adultos e cheios de coisas, procuremos em nós aquela criança que sabia ser feliz, e se contentar com coisas simples como estar numa roda de amigos...

E ai deixo essa música para reflexão:


Abraços!
Poly Lima.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Alguns significados...

As vezes as pessoas têm costume de utilizar palavras e expressões sem saber seu real significado, usam pelo popular...

"Sou amigo!"
"Eu te amo!"
"Estou com saudades!"
"Odeio isso!"
"Tenho ciúme"

Alguns significados tirados de dicionário...

Amizade: Afeição, estima, dedicação recíproca entre pessoas do mesmo sexo ou de sexo diferente: laços de amizade.
Amor. Benevolência, favor, serviço: provas de amizade.

Amor: Afeição viva por alguém ou por alguma coisa: o amor a Deus, ao próximo, à pátria, à liberdade. Sentimento apaixonado por outra pessoa: as mulheres inspiram amor.
Inclinação ditada pelas leis da natureza: amor materno, filial.
Paixão, gosto vivo por alguma coisa: amor das artes.


Ódio: Sentimento de profunda inimizade; paixão que conduz ao mal que se faz ou se deseja a outrem. Viva repugnância, repulsão, horror.
Aversão instintiva, antipatia.
Ódio mortal ou ódio figadal, o que é muito intenso e leva uma pessoa a desejar a morte de outra.


Saudade: Recordação suave e melancólica de pessoa ausente, local ou coisa distante, que se deseja voltar a ver ou possuir. Nostalgia. 

Ciúme: Pesar, despeito por ver alguém possuir um bem que se desejaria ter: o ciúme o atormenta.
Receio de que a pessoa amada se apegue a outrem.


É isso ai galera... vamos prestar bem atenção nos significados das palavras que usamos!

Abraço!
Poly Lima

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A palavra e seu poder!

"...Palavra é como pedra
Preciosa sim
Quem sabe o valor cuida bem do que diz
Palavra é como brasa
Queima até o fim
Quem sabe o que diz há de ser mais feliz" (Pe. Zezinho)



Há momentos em que não conseguimos controlar as palavras que saem de nossa boca, e quando vemos...
Das duas uma: ou falamos a coisa certa no momento certo (o que é bom), ou falamos a coisa errada para a pessoa errada e no momento errado.
Fazendo uma análise sobre o poder que tem uma palavra, por experiência própria, percebi que devemos pensar muito antes de soltá-la, pois uma vez falada, feito uma pedra jogada, ela não volta.
E as consequências...
Bom, as consequências podem ser ótimas ou... as piores possíveis!
Para ganhar um "mundo" precisamos de muitas palavras certas...
Mas com apenas uma errada, perdemos muito: amigos, amores, respeito, confiança.


"...Palavras apenas, palavras pequenas.
Palavras, momento.
Palavras, palavras
Palavras palavras
Palavras ao vento." (Cássia Eller)


Elas podem ser pequenas e pesadas, grandes e leves...
Mas continuarão sendo palavras, e sempre terão seus "super-poderes" de transformar paz em guerra, ódio em amor...


Feliz 2012...
Que neste novo ano possamos ter controle sobre nossas palavras e seus pesos!


Abraços!
Poly Lima!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Meu futuro me espera...

PROFISSÃO DOCENTE: Eu na sala de aula!


Trechos retirados do texto de Guacira Lopes Louro "MULHERES NA SALA DE AULA", do livro "História das mulheres no Brasil".

"Enquanto pelo velho o novo mundo vai ressoando o brado - emancipação da mulher -  nossa débil voz se levanta na capital do império de Santa Cruz, clamando: educai as mulheres!
Povos do Brasil, que vos dizeis civilizados! Governo, que vos dizeis liberais! Onde está a doação mais importante dessa civilização, desse liberalismo?" (Nísia Floresta, em 1853)


A PROFESSORA (Sílvio Caldas)
Eu a vejo todo dia
Quando o sol mal principia
A cidade a iluminar
Eu venho da boemia
E ela vai, quanta ironia
Para a escola trabalhar
Louco de amor no seu rastro
Vagalume atrás de um astro
Atrás dela eu tomo o trem
E no trem das professoras
Entre outras tão sedutoras
Eu não vejo mais ninguém
Êta, operaria divina
Que lá no subúrbio ensina
As criancinhas a ler
Naturalmente condena
Na sua vida serena
O meu modo de viver
Condena por que não sabe
Que toda culpa lhe cabe
De eu viver ao deus dará
Menino querendo ser
Para com ela aprender
Novamente o beabá
E no trem das professoras
Entre outras tão sedutoras
Eu não vejo ninguém.



A área educacional, hoje, é muito desvalorizada. Poucos são os que desejam se formar e seguir carreira na educação. "Ah, isso é profissão pra passar fome"; "Vou cursar direito para ser advogado, promotor, juiz", "Vou fazer medicina para ser cirurgião, ortopedista, ginecologista, pediatra, etc" - é o que dizem.
Mas pergunto: existiriam médicos, advogados, engenheiros, e tantos outros profissionais "valorizados" se não existissem os "miseráveis" professores?
Pois é! Todos os outros grandes profissionais dependem do professor para serem o que se tornam!


Reflexão de uma humilde estudante de pedagogia!
Abraços!
Poly Lima

quinta-feira, 24 de março de 2011

Auto-Reflexão...

As vezes é bom pensarmos um pouco sobre nós mesmos!
É como a gente se olhar no espelho e observar alguma coisa no cabelo, no rosto...
Assim é olhar para dentro de si, e ver o que somos, o que fazemos...


Eu?
Aquela que sonha...
Aquela que vive...
Aquela que ri...
Aquela que chora...
Aquela que briga...
Aquela que abraça...
Aquela que tem fantasias...
Aquela que vive realidades...
Aquela que tem o mundo em seu poder...
Aquela que não pode nem consigo própria...
Aquela que tem raiva...
Aquela que ama...
Aquela menina...
Aquela mulher...
Aquela que veio ao mundo para viver, para sentir, para agir...


Por: Poly Lima

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ESTOU...

Início de ano com o pé direito!
Deus é muito bom comigo...
Passei no vestibular para cursar pedagogia na UFAL. Tudo bem que não era o meu sonho de idealização, mas me afeiçoei a ideia de ser pedagoga. Me acostumei e até passei a gostar da ideia de ser professora, que tinha 100% de aversão, talvez fosse a última coisa que quisesse pra mim...
Mas Deus sabe o que faz... E aqui estou eu!
Terei por ofício ser EDUCADORA!
É isso aí!
Até a próxima!
Beijos!
Poly Lima!